Lista das Agências de Correio da Inglaterra e País de Gales

A Inglaterra é um país fascinante para montar uma coleção de selos. Imaginem-se as possibilidades: “O Império aonde o Sol nunca se põe”, ex-colônias, protetorados, agências de correio, reino unido, e ainda pranchas e variações de cor.

E quem nunca se deparou com um selo com um carimbo de barras com um número no centro e ficou se perguntando o que isto  significava?

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Tive este problema e fui ajudado por um amigo, Dr.Walter Harris, escocês que me enviou a Tabela com todos os números de agências de correio da Inglaterra e País de Gales e que compartilho com os colegas filatelistas.

Não encontramos nenhuma referência a direitos autorais, mas caso existam basta me comunicar que imediatamente será retirada. Por ora servirá de referência aos colecionadores de selos da Inglaterra e aos colecionadores de História Postal.

ENGLAND AND WALES POST OFFICE NUMERALS ALPHABETICAL ORDER

A Lua em Eclipse, texto de Márcia Etelli

A SOBRAMES, Sociedade Brasileira de Médicos Escritores é uma entidade, da qual pertenço, que congrega médicos e não médicos que se divertem escrevendo. Uma vez por mês a Sobrames se reúne na Pizzaria Bonde Paulista, em São Paulo, aonde, além de saborear deliciosas pizzas, seus confrades leem seus trabalhos.

Durante o ano são realizados alguns concursos, baseados em autores, títulos, pinturas e outras artes que podem dar origem a um texto. Desta vez eu fui o escolhido, por ser filatelista, para trazer algum selo. E escolhi o selo do eclipse solar.

Esta folha de selos foi emitida pelos Estados Unidos em 20 de junho de 2017, impresso com tinta termogênica, que muda a tonalidade à medida que é aquecido, e nesta folha, gradualmente mostra a lua cheia.

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O Texto pode ser lido clicando em A Lua em Eclipse.

Outras Publicações do filatelista Ulrich Schierz

Nosso colega dispões de outras publicações, porém com reserva de direitos autorais. Estamos fazendo a divulgação pela importância com que os classificamos:

Conversão das numerações dos catálogos RHM, Michel, Scott e Yvert&Tellier para selos brasileiros

  • Versão Brasil – relaciona na sequência numérica do RHM, considerando as emissões de cada ano, a partir de 1843 até 31 de dezembro de 2015. Ao lado de cada numeração RHM se encontram as numerações Scott, Michel e Yvert&Tellier. Na versão final, a partir do início das emissões de folhas com selos para personalização, estas são mostradas em imagens coloridas para facilitar a identificação de posição do selo na folha. Seguem-se (com imagens) selos etiquetas, Taxa devida, Telégrafos, Jornais, Regulares e Hansen. Inclui também (com imagens) todos os selos personalizados básicos. Esta versão impressa possui atualmente 96 páginas tamanho A 4, termo-encadernado e pode ser encomendado diretamente com o autor pelo email ulli.schierz@yahoo.com.br O investimento é de R$ 75,00 mais custo de postagem.
  • Versão Alemã – relaciona na sequência numérica do Michel, considerando as emissões de cada ano, a partir de 1843 até 31 de dezembro de 2015. Ao lado de cada numeração Michel se encontram as numerações RHM, Scott e Yvert&Tellier. Todas as características de conteúdo são idênticas à versão Brasil. Ela é também uma versão impressa, atualmente com 115 páginas tamanho A 5. Pode ser encomendado junto a ArGe Brasilien – Publicação nº 586 – através do e-mail p0995@aol.de (at. Sr. Paul Lepper) com investimento de 14,90 Euros acrescidos de custo de postagem.
  • Rio Grande do Sul – Selos contam sua história – Relata, com imagens coloridas dos selos e do respectivo carimbo de primeiro dia, características dos personagens, fatos históricos e culturais, arte e cultura, história e geografia neles reproduzidas. Também esta foi publicada na Alemanha antes da publicação em português. Para esta última está sendo negociado patrocínio para a publicação. A versão alemã (94 páginas tamanho A 5) pode ser encomendada diretamente junto ao Debras Verlag (Sr. Heinz Prange – info@debras-verlag.de) ao preço de 12,50 Euros mais custo de postagem.

 

 

 

Pequeno Dicionário Filatélico, de Ulrich Schierz

Uma boa compilação de termos filatélicos com base no Dicionário de Filatelia de Ana Lúcia Loureiro Sampaio, com acréscimo de termos e imagens. Obra indispensável para filatelistas iniciantes e experientes. A publicação é free, podendo ser copiada e utilizada livremente.

 

Glossário de Cores, de Ulrich Schierz

Guia para comparação das cores dos selos preparado pelo filatelista Ulrich Schierz, publicação free bastante interessante. Este tipo de publicação é difícil de se encontrar no Brasil. Como sugestão, a orientação é de que seja sempre impressa em papel couché brilhante para alcançar qualidade ideal de fidelidade e somente na parte da frente do papel. Todo o trabalho está em formato A 5.

O Deficiente Físico na Filatelia

O DEFICIENTE FÍSICO NA FILATELIA

Iniciei esta coleção por incentivo de um amigo da SPP, até porque minha residência médica em Ortopedia e Traumatologia foi feita no Complexo Hospitalar do Mandaqui, um hospital de referência em politraumatizados. Por ter trabalhado também como médico na Prefeitura de São Paulo sempre em extrema periferia por opção própria, deparei-me com centenas de deficientes na minha vida profissional. Uma centena de amputações salvadoras ou tornam o médico mais humano ou mais insensível. Felizmente eu faço parte do primeiro grupo.

Quando após 21 anos tive que sair da atividade em pronto socorro e passar ao ambulatório passei a me dedicar à reabilitação, mas em todos os tipos de deficiência, desde crianças e adultos com paralisia cerebral até amputados por outras doenças que não o traumatismo.

Aprendi que o deficiente físico pode se tornar um “Deficiente Eficiente” se for dado a ele oportunidades e condições. A família deve ser tratada! Ele não deve ser um peso para a sociedade, mas um cidadão a mais que pode contribuir com trabalho e experiência.

Este foi o escopo desta coleção. Quando a ONU declarou que 1981 seria o Ano Internacional do Deficiente e conscientizou todos os governos da importância deles, as agências dos correios emitiram muitos selos e blocos sobre o tema. O selo é uma mensagem que atinge todos os cantos do planeta e os governos sabem disso. Foram mostrados, através deles, experiências de superação, modelos de gestão, participação de deficientes no trabalho, nos esportes e no lazer.

Esta coleção poderá ser desmembrada em cada tópico, em cada tipo de deficiência ou ação, cabendo aí em um, dois ou três quadros, de maneira a tornar mais simples e objetiva a sua exposição e compreensão.

Enfim, somos todos cidadãos do mundo, seres humanos com o mesmo genoma básico, diferentes porém iguais em anatomia, fisiologia, forma, direitos legais e sociais, as diversas linguagens expressam as mesmas coisas com palavras diferentes. Assim devemos ser todos nós, diferentes em nossa matéria grosseira, porém espiritualmente iguais.

A exposição pode ser vista na íntegra no endereço

https://www.facebook.com/filateliapaulista/videos/1715724838473689/

Para ver a coleção completa clique em:

Coleção “O Deficiente Físico na Filatelia”

Roberto Antonio Aniche
Médico Ortopedista
Membro da SPP Soc.Philatélica Paulista
Membro da Sobrames Soc.Bras.Médicos Escritores

A visibilidade das religiões nos selos postais comemorativos brasileiros do século XX

Trabalho de Karla Patriota Bronsztein (1) e Diego Andrés Salcedo (2), sob Licença Creative Commons, analisa a forma pela qual as religiões são ilustradas nos selos postais comemorativos brasileiros.

Artigo submetido em 16 de setembro de 2011 e aprovado em 13 de março de 2012.
(1) Doutora em Sociologia pela UFPE. professora adjunta do curso de Publicidade e Propaganda da
Univesidade Federal de Pernambuco e do Pós-Graduação em Comunicação da UFPE. PAÍS.
E-mail: k.patriota@gmail.com
(2) Mestre e Douturando em Comunicação pela UFPE. Professor no Departamento de Ciências da Informação/UFPE
E-MAIL: salcedo.da@gmail.com

Dicionário Filatélico, por Ana Lucia Loureiro Sampaio

Ana Lucia, da antiga Filatélica Penny Black, de São Paulo, sempre foi uma batalhadora pela divulgação da filatelia. Entre os livros que escreveu, seu Dicionário, revisado por ela em 2008 é um companheiro ideal de principiantes da nossa arte, pelo didatismo e simplicidade de exposição.

Momentos Econômicos e a Música Erudita no Brasil

Em termos de Arte, o Brasil é um país muito jovem. Se considerarmos a música clássica que começa num Brasil Colônia, espoliado, sem direito a educação podemos considerar que nossos primeiros músicos foram eminentemente heróis. Olhando um pouco mais adiante, quando falamos em música nacionalista, com raízes no nosso próprio território e nas tradições incipientes genuinamente brasileiras, nossa música clássica ainda é uma recém nascida…

Esta coleção, longe de entrar em uma competitiva porque esta nunca foi a sua intenção, mostra como a Música Clássica caminha de mãos dadas com a riqueza, em qualquer lugar do mundo. Música Clássica é uma arte para aqueles que se dedicaram a vida inteira para compô-la ou executá-la, é uma arte de alto custo, pois demanda tempo em curva de aprendizado, instrumentos musicais, professores, teatros, e ainda tem que buscar o seu público.

A Música Clássica se inicia no Brasil dentro das Igrejas. Estas sempre foram ricas, quer por doações, muitas vezes de maneira espúria como a venda das indulgências, ou por expropriações como no episódio sombrio da Inquisição. O estudo do sacerdócio já no noviciato tinha a música como componente do curriculum.

A Música Clássica segue geograficamente os nossos ciclos da riqueza: o Ciclo do Ouro, Ciclo da Borracha, Ciclo do Café. Modernamente segue em companhia da riqueza, nas grandes metrópoles através de doações de bancos, financeiras ou indústrias. O mecenato, tão comum na Veneza antiga, hoje é modesto. As subvenções governamentais são cada dia menores, com o fechamento de orquestras e desmonte dos teatros.

Mas ela sempre sobreviverá através de suas gravações e por esta maravilha chamada internet, que da mesma forma que divulga a música-lixo, divulga e mantém viva a Música Clássica.