A Revolta Paulista de 1924, também chamada de ‘Revolução Esquecida’ foi

a segunda revolta tenentista, o maior conflito bélico já ocorrido na cidade de São Paulo. Comandada pelo general reformado Isidoro Dias Lopes (fig.1) contou com a participação de vários tenentes, dentre os quais Joaquim do Nascimento Fernandes Távora (que faleceu na revolta), Juarez Távora, Miguel Costa, Eduardo Gomes, Índio do Brasil e João Cabanas.
Deflagrada na capital paulista em 5 de julho de 1924, (a data do início do conflito em São Paulo foi escolhida para homenagear o primeiro levante tenentista, ocorrido exatamente dois anos antes no Rio de Janeiro, no episódio conhecido como a Revolta de 1922), foi o primeiro movimento militar armado que pregava o fim do monopólio das oligarquias paulistas e mineiras no poder e questionavam a vitória do mineiro Arthur Bernardes (fig.2) nas eleições presidenciais de 1922.
A Revolta de 1922 (Primeira Revolta Tenentista) serviu para mostrar o descontentamento de militares com a política do País. Em 1924, a revolução que se ergueu em São Paulo começou a desenhar um projeto político tenentista mais claro. Em sua lista de demandas, além da deposição do Presidente da República, estavam um conjunto de reformas políticas que visavam a moralização do sistema político. Pediam maior independência do Legislativo e do Judiciário, limitações para o Poder Executivo, o fim do voto de cabresto, a adoção do voto secreto e a instauração do ensino público obrigatório.
Na data de 5 de julho de 1924 a cidade vive uma das maiores batalhas travadas em solo urbano da América Latina (fig. 03). Este episódio sangrento deixa quase 2.000 prédios destruidos, 503 mortos, 4864 feridos (dois terços eram civis) e o êxodo de cerca de 300.000 moradores da capital, que à época tinha 700.000 habitantes. Campinas recebeu aproximadamente 50.000 refugiados.

As tropas rebeldes do exército se aliaram à Força Pública Estadual (hoje Polícia Militar), convertendo-se num verdadeiro exército regional, com artilharia e aviação, atacando alvos civis. As bombas, já no primeiro dia, atingiram o Mosteiro de São Bento (fig. 4) , o Liceu Coração de Jesus (fig. 5) e inúmeras residências.


A liderança do exército tenentista era ocupada pelos irmãos Joaquim e Juarez Távora, Eduardo Gomes e Custódio de Melo entre outros, e todos haviam participado do levante dos 18 do Forte de Copacabana (fig. 6), dois anos antes, com o intuito de derrubar o então presidente da república Arthur Bernardes. Vencidos na capital federal, vieram fugitivos para São Paulo, aqui se reorganizando com nomes falsos, juntando-se aqui com o major fiscal da Força Pública Miguel Costa.
Os rebeldes tomaram pontos estratégicos da cidade, como os quartéis da Luz, as estações da Luz (fig. 7) e Sorocabana e os correios (fig. 8), enquanto atacavam a casa do Presidente Carlos de Campos (assim eram chamados na época os governadores dos estados). Carlos de Campos (fig. 9) empreende fuga para os baixos da Penha, na zona leste, nas regiões da Rua Guaiaúna (o local era a Estação de um ramal da Estrada de Ferro Central do Brasil (fig. 10), que posteriormente o nome alterado para Estação Carlos de Campos, desativada hoje por conta da linha do Metrô de São Paulo).




De acordo com o historiador Moacir Assunção, no início do ataque veio a paralisia da capital, sem esboçar reação vigorosa ao ataque dos tenentistas. Com a fuga do Presidente Carlos de Campos veio a acefalia. O plano dos tenentes, tomar rapidamente a cidade de São Paulo e embarcar as tropas para o Rio de Janeiro para depor Arthur Bernardes não se concluiu. Carlos de Campos, de seu refúgio no entroncamento da Central do Brasil, com o apoio do Ministro da Guerra Setembrino de Carvalho reuniu 18 mil homens, canhões com alcance de 11 quilômetros e tanques franceses (arma jamais usada no Brasil) e aviões bombardeiros Breguet. Seis dias após a revolta todo este exército entrou em ação saindo da inanidade para o confronto.
Naquela semana as tropas da Marinha destruíram o quartel general rebelde instalado na Avenida Tiradentes (hoje Quartel da Rota, Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). A Igreja da Glória, no Cambuci (fig. 11), ocupada pelos rebeldes na Rua Lavapés, foi praticamente destroçada.

O governo federal com a cumplicidade do estadual, usava pra combater a revolta o método de ataque conhecido como “bombardeio terrificante” em que os tiros são disparados a esmo, sem destino, para fazer a população se revoltar contra os tenentistas. Este método havia sido utilizado pelos alemães na Primeira Guerra Mundial contra os franceses e belgas sendo condenado pelo mundo civilizado. Aqui o Estado utilizou este método maldito contra a própria população, ferindo, mutilando ou matando civis sem qualquer relação com a revolta.

As tropas legalistas colocaram seus canhões no Pátio da Igreja da Penha (fig. 12) e nas colunas da Vila Matilde atirando sem parar, mirando fábricas como o Cotonifício Crespi (fig. 13) (Moóca), Duchen e a Antárctica além de residências, aonde famílias inteiras pereceram. Com medo de que a população pobre aderisse ao movimento foram bombardeados os cortiços da região do Tamanduateí na Várzea do Carmo (hoje Parque Dom Pedro), aonde haviam se instalado operários imigrantes espanhóis e italianos.
Escasseando os alimentos, a população remanescente passou a saquear lojas e mercados (como o Mercado Municipal da Rua


25 de Março (fig. 14), os armazéns Puglisi e Gamba na Moóca e os Armazéns Matarazzo no largo do Arouche), e alimentar-se de pombos e ratos.
O movimento também adentrou a inúmeras cidades do interior paulista, tomando prefeituras, vandalizando, saqueando, matando e violentando a população. A “Coluna da Morte” era comandada pelo Tenente João Cabanas (fig. 15), comandante do grupo de revoltosos.

Uma comissão do estado negociou com o governo federal uma “intervenção caridosa” no estado de São Paulo, pedindo para que os bombardeios aos civis fossem cessados. Mas em 26 de julho os aviões governamentais jogaram panfletos orientando os habitantes da capital a abandonarem suas casas, pois a cidade seria bombardeada mais drasticamente. Mas não havia para onde fugir, já que as saídas da cidade estavam fechadas, e sequer os mortos podiam ser enterrados por força dos bombardeios.
No dia 28 de julho os revoltosos embarcaram em 11 trens de carga para Bauru, com 3500 homens, cavalos, artilharia e alimentos. No mesmo dia Carlos de Campos retornou ao Palácio dos Campos Elíseos. Era o final da revolução de 1924.
Sem poderio militar equivalente para enfrentar as tropas legalistas, os rebeldes retiraram-se para Bauru, reorganizando-se para atacar o exército legalista se concentrava na cidade de Três Lagoas, no atual Mato Grosso do Sul. A derrota em Três Lagoas, no entanto, foi a maior derrota de toda esta revolta. Um terço das tropas revoltosas morreu, feriram-se gravemente, ou foram capturadas.

Os rebeldes, refugiados em Foz do Iguaçu, no Paraná, juntaram-se a tropas vindas do Sul comandadas por Luís Carlos Prestes (fig. 16), formando a Coluna Prestes (fig. 17), maior movimento terrorista que o país já conheceu, que percorreu 25.000 quilômetros no Basil enfrentando forças federais.

Notas:
O fotógrafo suíço Guilherme Gaensly (1843-1928) é um dos grandes responsáveis pelo conhecimento iconográfico do início do século XX que temos de São Paulo. Gaensly fotografou o que pode ser chamada de a “belle époque” paulistana: seus casarões, edifícios públicos, o apogeu dos barões do café e a reurbanização que eliminava os resquícios coloniais da cidade.
Fig. 5 – Gaensly – Postal n. 16, mostra o Liceu Sagrado Coração de Jesus, na região da Luz / Campos Elíseos.
Fig. 8 – Gaensly – Postal n. 14, vista do Correio Geral. Esse prédio do correio ficava no Largo do Palácio (Pátio do Colégio, onde hoje se encontra o edifício do Tribunal de Justiça). O torreão ao fundo é da Casa Paiva, que aparece também nos postais anteriores.
Fig. 10 – Estação de Trem Carlos de Campos, da Estrada de Ferro Central do Brasil, hoje Rede Ferroviária Federal, desativada em 2008 em virtude do Metrô de São Paulo ter construído a Estação Penha vizinha dela.
Fig. 11 – Igreja da Glória, Cambuci, SP atacada por tropas legalistas.
Bibliografia:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_Paulista_de_1924
http://www.infoescola.com/historia/revolta-de-1924/
http://acervo.estadao.com.br/noticias/acervo,revolucao-de-24-guerra-em-sp-por-reformas-politicas,10277,0.htm
https://sampahistorica.wordpress.com/tag/liceu-coracao-de-jesus/
https://sampahistorica.wordpress.com/2013/07/04/guilhermegaensly/
Dias Rudes, Moacir Assunção, O Estado de São Paulo, 04/07/2015

A emissão destes selos tem inúmeras variedades, por falta de cuidados e de experiência na impressão. Existe sobrecarga invertida no selo de 5 paras, verde (fig.2). Há erros de data da sobrecarga descritos em selos de todos os valores: 2337 ao invés de 1337 (em árabe, vide tabela ao final do artigo). Os selos de 1, 2 e 5 paras com sobrecarga não estavam de acordo com a tarifa postal vigente e muito provavelmente foram inúteis para o fim postal a que se destinavam.
Em 1915 quase todos os selos da Liga Naval Otomana, menos os de 40 paras receberam outra sobrecarga com a inscrição em vermelho: “para ajuda ao imigrante” convertendo-se assim em selos fiscais (5 piastras no selo laranja de 1 para) (fig. 4). Lembramos que nesta época o mundo assistia à Primeira Guerra Mundial, com grande deslocamento de populações fugindo dos teatros de batalhas.
Em 1916 o selo de 1 pa (laranja) recebeu uma sobrecarga em preto: “paras 5 paras” para contribuição da “taxa do querosene” (fig. 5). Não encontramos nenhuma referência a esta taxa no Catálogo de Selos Fiscais da Império Otomano.





Durante o ano de 1938, três Serviços de Recenseamento Torácico foram criados em São Paulo: no Instituto Clemente Ferreira, no Hospital Municipal e no Instituto de Higiene. Outras cidades do Brasil, da América do Sul, Estados Unidos e Europa também adotaram a fluorografia como instrumento na luta contra a epidemia de tuberculose.

exames em um curto espaço de tempo. A invenção de Abreu possibilitou o rastreamento da tuberculose, de tumores e doenças pulmonares ocupacionais (associadas ao trabalho). O seu custo operacional reduzido e sua alta eficiência proporcionaram a difusão mundial do método. Foram criadas unidades móveis com aparelhos de abreugrafia instalados em veículos, que realizavam as radiografias torácicas em locais públicos e em grandes indústrias. Na Alemanha, até o ano de 1938 o número de exames feitos já ultrapassava os 500 mil.







O primeiro jornal espírita impresso e publicado no Brasil foi O Écho d’Além Túmulo: monitor do Spiritismo no Brasil (fig.6) . Datado de 1869, o jornal era impresso na Tipografia do Diário da Bahia, em Salvador. As “Condições d’a assignatura” eram especificadas na página do próprio jornal, na qual se podia ler que “O Echo d’Além Túmulo apparece, bimestralmente, em um folheto, in-8, contendo 50 páginas de impressão […] o pagamento deve ser sempre adiantado, para não haver interrupção na entrega”.
Nos seus anos iniciais, a FEB (fig.7, Zioni 3814) vivenciou diversas dificuldades quer de ordem administrativo-financeira quer ideológica no plano interno, e as turbulências políticas e sociais da Capital do país no plano externo. Como exemplo das primeiras, registrava-se uma cisão no movimento, entre os chamados “laicos” ou “científicos”, liderados pelo professor Afonso Angeli Torteroli; e os “místicos”, liderados por Bezerra de Menezes. Como exemplo das segundas, após a Abolição da Escravatura (1888) sucedeu-se a Proclamação da República Brasileira (1889) e as comoções vividas pela República da Espada, entre as quais a Segunda Revolta da Armada (1893). Tais circunstâncias resultaram no abandono da FEB por grande parte dos seus membros iniciais, deixando a sobrevivência da instituição a cargo de alguns poucos colaboradores.
Em 1889, o médico Dr. Adolfo Bezerra de Menezes (fig.8, Zioni 3560) assume à frente da instituição, instituindo o estudo sistematizado de O Livro dos Espíritos nas reuniões públicas realizadas no salão da Federação. Em 1890 foi instituído o “Serviço de Assistência aos Necessitados”, importante base para a atuação dos médiuns receitistas na instituição. Bezerra foi sucedido no início de 1895 por Júlio César Leal. Vindo este a renunciar após sete meses de gestão, Bezerra aceitou ser reconduzido, reassumindo a Presidência da Federação a 3 de agosto de 1895, cargo que exerceu até à sua morte em 1900. Durante este mandato, foi inaugurada a livraria da FEB (31 de março de 1897), responsável pela edição, distribuição e divulgação da literatura espírita.
Existe um envelope comemorativo do XXX Aniversário do Martírio dos
de Veneza. Iniciou os estudos religiosas no Aspirantado de Lavrinhas e após foi enviado a Turim onde se ordenou padre em 1925.
O principal foco da missão salesiana são os jovens, especialmente os pobres e em situação de risco. Em vista disso os salesianos trabalham também nos ambientes populares, com atenção aos leigos evangelizadores, à família, à comunicação social, e entre os povos ainda não evangelizados. A congregação é composta por irmãos de vida consagrada, que fazem votos simples de castidade, pobreza e obediência podendo optar também pelo sacerdócio. Entre as obras da Congregação salesiana pode-se citar os colégios e serviços beneficentes, espalhados por várias partes do mundo.
Em 4 de agosto de 1932 os dois padres e sua comitiva acamparam no Rio Cristalino, rio paralelo entre o Rio das Mortes e o Araguaia, seguindo a Santa Terezinha, aonde levantaram outro cruzeiro e rezaram uma missa, porém ainda sem avistar nenhum Xavante. Retornaram a Araguaiana.
Sealand é um principado não reconhecido pela ONU (e por nenhum estado reconhecido) localizado numa base naval inglêsa no Mar do Norte e abandonada após a Segunda Guerra Mundial, a 6 milhas (cerca de 11 quilometros) da costa de Sufolk, Inglaterra. O único acesso à base é feito por helicópteros, já que o mar revolto impede a aproximação de navios.
Paddy Roy Bates: seus associados e familiares afirmam que é um estado independente e soberano. Comentaristas externos geralmente classificam Sealand como uma micronação ao invés de um estado não reconhecido. Roy Bates era um excêntrico que ocupou a base navegando em seu barco frigorífico e instalou alí uma rádio pirata (Rádio Essex), sabendo-se protegido, já que a base estava fora do alcance das águas territoriais britânicas (até 3 milhas da costa), portanto, em águas internacionais.
Em 1987 o Reino Unido declarou como águas territoriais o entorno de nove milhas de sua costa, englobando Seland. Em 1990-91 o Reino Unido apresentou evidencias em um tribunal administrativo norte-americano, que considerou que o principado jamais existiu. A família Bates não contestou, afirmando que norte americanos não tem jurisdição para determinar a legitimidade de outros estados.
considerados prisioneiros de guerra e repatriados. No entanto um advogado alemão portador do passaporte de Seland foi considerado traidor. A sua libertação exigiu a presença de um embaixador alemão no principado, já que a Inglaterra não pode interferir na negociação.
A economia do principado é baseada na emissão de passaportes, venda de títulos de nobreza, selos de correio, moedas, e-mails, direitos de posse de “pedaços do território”, brindes e lembranças, além do turismo local. Os habitantes moram em instalações de aço, sujeitos ao barulho de geradores durante todo o tempo. O acesso é feito de helicóptero e visitas com hospedagem podem ser marcadas para turismo.
Roy Bates faleceu em 9 de outubro de 2012 aos 91 anos. Apesar de não ser considerado um estado pela ONU, nem estar vinculado à UPU, os selos e envelopes de Sealand são disputados como curiosidades ou mesmo preciosidades. Uma busca simplificada no eBay apresentou 56 resultados, enquanto no Delcampe cerca de 80, incluindo envelopes circulados, selos e blocos.
O Pássaro Dodô, também chamado de Dronte (Raphus cucullatus) foi uma ave não-voadora extinta das Ilhas Maurícias, uma das ilhas Mascarenhas na costa leste da África, perto de Madagascar, no Oceano Índico. A ave mais próxima geneticamente foi a também extinta solitário-de-rodrigues, também da subfamília Raphidae da família das pombas; sendo que a mais semelhante ainda viva é o pombo-de-nicobar.
habitat tenha sido as florestas costeiras nas áreas mais secas das Ilhas Maurícias. As pedras da moela do Dodô eram de basalto (segundo alguns textos) e não existiam no local onde tinham sido desenterrados os ossos do dodó, mas a milhas de distância. Essa pedra ia crescendo á medida que crescia a moela, até atingir proporções do tamanho de um ovo de galinha. A pedra da moela dos dodós era a preferida para amolar facas!
relativa inexistência de predadores nas Ilhas Maurícias.
A extinção do Dodô em apenas cerca de um século após seu descobrimento chamou a atenção para o problema previamente desconhecido da humanidade envolvendo o desaparecimento por completo de diversas espécies.
seu gosto. Embora muitos escritos posteriores digam que a carne era ruim, os primeiros jornais apenas diziam que a carne era dura, mas boa, embora não tão boa como a dos pombos, abundantemente disponíveis. O nome walgvogel foi usado pela primeira vez na revista do vice-almirante Wybrand van Warwijck que visitou a ilha em 1598 e denominou-a Maurícia.
tenham mencionado a ave. De acordo com o Microsoft Encarta e o Chambers Dictionary of Etymology, Dodo seria derivado do português arcaico doudo (atualmente doido). Também há textos afirmando que o nome foi uma aproximação onomatopaica do som que elas produziam, um piado de duas notas, que soava como “doo-doo”.

SHEMP HOWARD (Samuel Horwitz, 1895-1955) Shemp trabalhou com seu irmão Moe em vários shows amadores de vaudeville até 1922 quando Ted Healy o convidou para participar de seu show, juntamente com Moe. Em 1930 Larry juntou-se a Moe, Shemp e Ted Healy. Em 1930, filmaram “Soup to Nuts”. Healy saiu da JJ Shubert Broadway, deixando Moe e Larry sozinhos. Shemp decidiu permanecer com show aparecendo em filmes da RKO, da MGM, e da Monogram. Nos anos 1940 apareceu em numerosos filmes da Universal. Depois que Curly deixou o grupo por causa de sua doença, Shemp tornou-se um dos Três Patetas. Shemp fez 77 curta-metragens com os patetas e também um filme sobre a corrida do ouro chamado “Gold Raiders” (1951).
-no por Joe Besser. Seus pais eram judeus ortodoxos e imigraram da Polônia em 1895 para os EUA. Em 1928 se estabeleu como um comediante solo.
JOE DERITA, CURLY JOE (Joseph Wardell, 1909-1993) Joe era único dos Patetas a vir de uma família do show bizz. Joe entrou para o show business aos sete anos de idade. A estréia de Joe no cinema foi em “The Doughgirls” em 1944 para a Warner. Fêz diversas excursões com Bing Crosby para entreter recrutas na Inglaterra e na França. Em 1958 o departamento de curta-metragens da Columbia fechou e os Três Patetas tiveram seu contrato rescindido. Joe Besser não quis viajar pelo país com o show e Moe e Larry necessitaram de um novo pateta. Joe DeRita foi convidado a juntar-se a eles e foi nessa época que os patetas fundaram a Comedy III Productions, Inc., uma companhia que até hoje têm os direitos dos filmes dos Três Patetas . Joe DeRita morreu em 3 de julho de 1993 no Motion Picture Hospital in Los Angeles. Ele foi o último Pateta.
Vejamos, em julho de 1965 o Correio emitiu um selo comemorativo e uma folhinha filatélica em homenagem ao 1º Jamboree Panamericano de Escotismo no Rio de Janeiro.
Cerca de 250.000 pombos-correios foram utilizados durante a Segunda Guerra Mundial, em particular para transmitir informações entre o continente ocupado e a Inglaterra.
